terça-feira, 3 de abril de 2012

O valor do dinheiro



Para ser sincera, sò quando cheguei na Italia foi que aprendi o real valor do dinheiro. 

- Como assim??? Voce nao dava valor ao dinheiro?!?!?!?! 

Calma!!!! Deixa em explicar. No Brasil, tudo custa qualquer coisa e noventa e nove. 
TV                        599,99
Prato feito               9,99
Pacote de batatinhas 1.99

E ninguem da troco. 

Me lembro de um dia que comi em um restaurante por kilo e minha conta deu 6.99. Eu entreguei meu cartao SODEXO e a senhora digitou o valor de R$ 7.00. Eu me indignei e disse: - espera! O valor està errado. Voce marcou 1 centavo a mais. Acredita que a mulher ficou brava? Como se eu fosse a errada?

Uma outra vez, no supermercado a mocinha do caixa disse: - Posso ficar te devendo 0.20? Eu disse - Nao. Pode me dar 0.50 e ai eu fico te devendo R$ 0.30. 
- Ah.. mas isso eu nao posso fazer, senao da diferença no meu caixa. 
- Pois é, tambem da diferença no meu bolso. 

Mas tirando esses dois episodios, nao me lembro de ter armado algum outro caso quando me "surrupiavam" os centavos. 

Aqui é diferente. 1 centavo de euro é 1 centavo de euro. E o caixa fica esperando voce tirar da bolsa o tal 1 centavo. E na hora de dar seu troco - PASMEM! - eles dao TODOS OS CENTAVOS. Aprendi a andar com uma bolsinha de moedas e guardo cada centavo com carinho, pois sei que me serà util. 

Hoje vi uma senhora que mal conseguia ficar em pè se abaixar para pegar uma moeda de 10 centavos que caiu no chao. No Brasil, quantas vezes larguei minhas moedas no chao. Para dizer a verdade, moeda de 1 centavo eu nem ligava. Nem sabia onde colocava. 

Por isso que eu digo que aqui eu realmente aprendi o valor do dinheiro. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Non rinuncia



Sò quem està nesta espera sabe o que significa o telefonema: Tuo non rinuncia è arrivato. 

O meu nem veio assim. Na verdade, fui na Comune resolver um outro problema e quando cheguei là a moça da Anàgrafe falou que tinha acabado de receber o email do Consulado com a minha resposta. 

Nem pude comemorar! Estava em um local publico com um monte de pessoas que nao entenderiam a minha euforia. E tambem porque chegou a minha mas ainda nao chegou a da minha irma. E entramos nessa juntas. Nao acho justo que eu saia do barco primeiro que ela. Mas o fato é que se o meu chegou o dela està para chegar tambem, afinal, é o mesmo processo. Entao... sò ter mais um tiquinho de paciencia. Mas por ter sò "metade da resposta" eu sò fiquei "metade feliz". 

Mas voltando ao "nem pude comemorar", liguei para o maridao - que estava trabalhando e por isso nao podia comemorar tambem - e dividi com ele a novidade. E sò. 

Como eu disse, sò que està nessa espera sabe o que isso significa. Parece que sai um peso das costas. Agora pelo menos vou poder procurar emprego, vou poder correr atras de um monte de coisinhas que estavam emperradas por falta deste documento, vou poder levar as crianças ao médico. Coisas simples que eu nao podia fazer por nao ser uma cidada italiana. 

Agora é ver a vida rodar! Sei que algumas vezes, a roda ainda vai emperrar. Mas, pelo menos, esse primeiro obstaculo foi ultrapassado. 

Obrigada Senhor por nunca ter me desamparado, até mesmo nos dias que a duvida se apoderou da minha alma. 


sábado, 3 de março de 2012

A TRISTEZA PERMITIDA (Marta Medeiros)

Dias atras eu estava triste. Sim! Eu tambem fico triste! Eu tambem choro sem motivo - e as vezes com motivo tambem. E as vezes choro sem saber porque, ou porque coisas que nao dependem de mim nao acontecem. Mas se sentir triste nao é o mesmo que ser triste. Sò que as vezes a gente se esquece disso. 




A TRISTEZA PERMITIDA (Marta Medeiros) 
Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como? 

Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra. 

Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra. 

A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. 
Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas. 

“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down...” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia. 

Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Os meus e os DELE



Sou sonhadora. A vida inteira fiz planos. Mas aprendi cedo demais que os Dele sao bem diferentes dos meus. 

Foram anos trabalhando muito, lutando sozinha para criar dois filhos - ja que sou divorciada - e poder dar para eles o melhor. Quando entrei no meu apartamento de 3 quartos pela primeira vez, meus olhos se encheram de lagrimas. Sim! Cada um dos meus filhos teria um quarto sò deles. E eu envelheceria naquele apartamento na Zona Leste de Sao Paulo. Dali veria meus filhos sairem para a faculdade, para o casamento e veria meus netos entrarem pela porta com suas perninhas gordas. Mas ELE tinha outros planos para mim. 

Depois de apenas 4 anos e uma reves financeira que me tiraria o chao, respirei fundo e vendi o meu bem - material - mais precioso. O dia mais triste foi o dia em que assinei os papeis da venda. Mas me resignei. Como digo, sempre entreguei minha vida a Deus. E ELE faz dela o que acha melhor. 

Me mudei de mala, cuia e filhos para uma cidade linda do interior de Minas Gerais - Extrema. Refiz meus planos naquela cidade onde a natureza me saudava todos os dias com o canto dos passaros e maritacas e com a visita de esquilos no meu quintal. Procurei terrenos e imoveis para comprar, mas o que eu gostava eram caros demais e os que cabiam no meu bolso eu nao gostava. Dei um tempo a esta busca e me concentrei em conseguir uma recolocaçao profissional. 

Entrei em processo de seleçao para secretaria do presidente de uma empresa na cidade e meu salario seria muito maior que o da maioria dos habitantes. Sim! Meus planos estavam começando a se concretizar. Porem, mais uma vez, os planos DELE eram muito diferentes dos meus. 

Tive que abandonar o projeto de retornar ao mercado de trabalho para me dedicar exclusivamente ao projeto de ser mae pela terceira vez. Uma gravidez inesperada mudou toda a minha vida novamente. Confesso que desta vez nao foi tao dificil assim reformular os planos, afinal, agora crescia dentro de mim mais um ser. Esse até que foi uma mudança de plano bem facil de aceitar. Mas ainda assim, nao eram os meus planos. 

Vamos là. Reformulando tudo de novo agora eu tinha o projeto de ser dona de casa - coisa que nunca tinha sido antes. Tive que aprender a lavar, passar, varrer, tirar po e teias de aranha, limpar lustres e vidraças. Mas era uma coisa temporaria porque quando nascesse meu bebe, retomaria a jornada dupla naquela cidade maravilhosa. Enganada mais uma vez. 

Os planos DELE outra vez eram bem diferentes disto. E a vida foi acontecendo de uma maneira tao simples, que era obvio que de novo ELE estava no comando. Todos os caminhos indicavam que a mudança para a Italia era escolha DELE e nao nossa. Até mesmo o meu filho mais velho - Guilherme - que sempre foi avesso as mudanças aceitava de forma calma e complacente a mudança para a Europa. E ele nao sò a aceitava como a desejava tambem. Todos os sinais, todos as placas apontavam para este caminho, entao, mais uma vez, eu me ajoelhei e segui os designos DELE. 

Claro que fiz planos!!!!! Fiz curso de manicure, pedicure, depilaçao, estiticista. Teria 4 a 5 clientes por dia e tudo estava certo. Sò que mais uma vez os planos DELE eram bem diferentes dos meus. Faz 9 meses que espero a minha documentaçao. Nao tenho 4 clientes por dia. Para ser sincera, as vezes nao tenho nem 4 clientes por semana. Nao consigo ajudar efetivamente no orçamento familiar e passo mais tempo em casa do que imaginei que um dia passaria. O trabalho que arrumei, embora seja so um bico e temporario, nao é, nem de longe, uma coisa que eu goste de fazer, mas sei que é assim que deve ser. As circunstancia ainda sao bem diferentes daquelas que eu imaginei ou planejei. Mas ainda assim, abaixo a minha cabeça e sei que alguma forma ELE està fazendo o melhor por mim. 

Sei que mais uma vez faço planos diferentes. Tenho um projeto em vista que vou colocar em pratica. Conto sempre para ELE os meus planos, peço opiniao, peço sua provaçao. Mas, sinceramente? Nao me importo mais se nao der certo. 


Afinal, alem de sonhadora sou gerreira. Porque alem de sonhar eu sei que tenho a coragem para correr atras do que tenho em mente sem desistir na primeira dificuldade que aparece (quem me lembrou disso foi o Jonathas, meu amigo de faculdade). 


E tambem porque aprendi, cedo demais, que os planos de DEUS sao bem diferentes dos meus. E que entre os meus e os DELE, os DELE sempre prevalecem. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Operaçao Casa Limpa



Acordei bem cedo hoje e nao voltei a dormir. 
Aproveitando que o pequeno ainda estava dormindo e os maiores tinham ido para a escola, peguei meus armamentos (escova, vassoura, mop, produtos de limpeza) e maos a obra, sem pausa para distraçoes. 

O resultado é que as 10h da manha a casa ja estava limpa e arrumada. E eu pude ir la acordar o Pequeno Principe que ainda dormia como uma pedra. 

Agora sò tenho que cuidar do almoço. 

Tem dias que acordo com o pique total. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Migrar ou nao migrar?



Eu, como sempre, seguindo as novidades tecnologicas como posso. Nao sou das mais conectadas com o mundo virtual, mas gosto das novidades. 

Comecei com o fotolog que era muiiito facil, sò que - por motivos alheios a minha vondade - tive que abandona-lo. Ai a Gleide me falou do blog. No começo eu achei a coisa mais dificil do mundo. Fui engatinhando nessa coisa de blogar. E quando dei por mim jà estava acessando outros blogs, mudando a cara da minha pagina e usando quase todas as ferramentas disponiveis. 



Sò que tem varios blogs migrando para o WorlPress.com Dizem que tem mais funcionalidades e é mais facil de usar. Entao pensei em migrar tambem. 

A primeira parte foi simples. Migrar o blog. Sò que minha barra lateral nao foi. Fiquei sem nada. Ai eu teria que colocar um por um, mano a mano, de tudo o que tenho por aqui. E sinceramente? Estou com preguiça de fazer isso. Entao, se alguem tem alguma dica de como migrar tudo, estou aberta a opinioes. Senao, vou ficando por aqui mesmo e fazendo a atualizaçao là aos poucos. 

E aos poucos mesmo, porque alem de estar fazendo alguns bicos - sim, eu disse que nao aguentaria sò ficar em casa por muito tempo - ainda estou estudando para tirar a patente. 

Enquanto isso vou postando aqui, mexendo e me familiarizando com là. Quem sabe eu nao me acerto e mudo de vez. Ou simplesmente desisto e continuo por aqui. 

Nesta vida, tudo pode acontecer. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O que acontece nos outros blogs

Como todo mundo sabe, tenho mais 4 blogs. 


Um para o Renzo www.fagapra.blogspot.com


Um para a Luana www.luafaga.blogspot.com


Um para o Gui www.guifaga.blogspot.com


E um Entre Meninas, que esta meio guardado na gaveta, mas que conversando com a Gle, estamos pensando em desarquiva-lo. 


Para que tantos? 
O do Renzo começou como um diario, assim como os diarios que eu ja tinha para o Gui e para a Lua. Sò que ficou um diario tao lindo que eu nao resisti e resolvi digitalizar os diarios dos dois maiores. Daì nasceram o Para minha filha Luana e o Para meu filho Guilherme


E o Entre Meninas foi um projeto - meu e da Gle - que anda esquecido. 


Como eu administro?
Nao administro. Escrevo o que tenho vontade. Sò tomo o cuidado de separar por tema - ou neste caso por filho. E o que nao é especifico de nenhum filho, é meu. Entao coloco aqui. 


E hoje tem post no Para nosso filho Renzo



Olha eu arrasando de novo

Dia desses, um pouco mais tranquila, escrevi mais um desabafo. Na verdade, eu estava mesmo era querendo participar de um concurso, mas as inscriçoes ja estavam fechadas entao meu texto foi publicado depois. 


Segue o link http://donasdecasaanonimas.com/nunca-sonhei-ser-dona-de-casa/

E o texto na integra. 



Às vezes olho para a minha casa e me sinto culpada por não ter tudo na mais perfeita ordem.
Tem brinquedos espalhados, sapatos e roupas onde não deveriam estar, bilhetes e livros em cima da mesa da sala e às vezes a louça da janta fica para o dia seguinte.
Amo estar e brincar com meu filho caçula. Amo a parte dos mais velhos chegarem em casa e podermos almoçar juntos. Amo ajudar meus filhos com a lição de casa. Amo cozinhar. Mas a parte da limpeza, da organização – admito – deixo a desejar.
Será que foi porque desde pequena nunca sonhei em ser dona de casa? Me lembro que nas brincadeiras de criança eu sempre era “a mulher do banco”, a “moça do supermercado”, a “mulher do escritório”. Meu pai até fez uma máquina de escrever de papel – naquela época não existia computador –  com todas as teclas no devido lugar e me ensinou o local correto dos dedos. Antes de fazer datilografia – sim, eu fiz – eu já sabia onde colocar os dedos.
Para mim, ser dona de casa não foi uma opção. Sempre trabalhei fora e quando chegava em casa dedicava meu tempo exclusivamente para os meus filhos, jogando com eles, montando quebra-cabeças, passeando ou ajudando nas lições de casa. Entao, quando me vi tendo que viver entre quatro paredes quase sem contato com o mundo externo, no primeiro momento eu pirei. Fiquei metódica, achando que tudo tinha que estar em ordem sempre. Não deu certo. Me sentia muito mais estressada do que na época em que trabalhava fora e aguentava 2 horas de trânsito por dia.
Depois passei a ser a “deixa para lá”, o que também não deu certo. E nem preciso contar o porquê. Ninguém consegue viver no caos.
Hoje sou meio termo. Tem dias que arrumo a casa com afinco. Em outros, faço o essencial. Junto sim os brinquedos – com a ajuda do pequeno – várias vezes. Principalmente porque quero ensiná-lo a ser uma pessoa organizada. Mas no demais, faço as coisas sem muita neura. Varro, limpo a cozinha, banheiro, tiro pó – e essas por obrigação, porque embora não goste do serviço de limpeza, eu odeio sujeira. Mas cozinho por prazer. Sou rápida quando preciso ser. E me demoro sem culpa se quero fazer algo diferente.  Faço bolo, tortas, doces quando tenho vontade. Quando não tenho, faço o trivial e não me culpo.
Minha casa não é uma zona total – embora às vezes acorde como se o Katrina tivesse passado por aqui. As coisas estão sempre indo para o lugar certo, mesmo que várias vezes ao dia. E o essencial está sempre feito.
Embora eu admire muito as donas de casa por opção – e admiro mesmo!!!!! – eu ainda não consegui me organizar direito.
Sinto falta do convívio com pessoas diferentes, do reconhecimento “este projeto ficou ótimo” no final de um serviço bem feito, da remuneraçao no final do mês. Sem contar que tem dias que para mim é um verdadeiro sacrifício colocar ordem na casa.
Mas aprendi que o essencial é se sentir bem onde estamos. E que eu nao preciso ser uma superdona de casa. Tenho que apenas deixar o meu lar com um aspecto feliz e aconchegante. E esse ar de casa limpa, gostosa e acolhedora, eu sei que a minha tem.
{Cris Fagá}

Selinho



Veio da Rafaela - do Rafaelando, que alias tem uns textos otimos que me identifico muito. 
Achei bem legal, até mesmo porque esse blog estava esquecido, meio guardado dentro da gaveta sem novidades. 

Ai, dia desses voltei com a corda toda, para desabafar, e retomei meu gosto pela escrita. Gosto este, devo confessar, que nunca deixei de ter. Prova disto é que o blog das crianças continua ativo e com todas as novidades que sao possiveis contar. 

Bom, quando a gente ganha o selinho tem que repassar para 10 blogs. 

Vamos là: 

1 - O primeiro vai para a Gleide, minha companheira de caminhada. Ela sempre me le - seja por aqui, pelo face ou por email. Trocamos confidencias desde sempre. 

2 - O segundo vai parameu amigo Clayton tambem vai. Ele escreve de uma forma linda que eu amo demais. 

3 - Para a Jacque de quem ganhei o primeiro selinho e onde acompanho as peripecias do esperto Bryan. Diga-se de passagem, sou fa dele. 

4 - Hum... o terceiro vou dedicar para a Rafa mesmo, porque eu gosto muito dos textos dela. Tem dias que sao verdadeiros desabafos que poderiam ter sido escrito por nada mais nada menos que euzinha aqui. 

5 - O outro para a Roberta mae do Vinicius e do Gabriel. 

6 - O proximo vai para um grupo inteiro o Donas de Casa Anonimas. Là tem um monte de dicas para as doidas- ops, para as donas de casa de plantao. Vale a pena conferir. 

7 - E para a Juliana  vai o proximo. Gosto muito das aventuras da Lili. 

8 - A Ana Paula tambem me diverte com as aventuras dos pequenos Isabella e Matheus. Ela é mae, dona de casa e trabalha fora.... UAU!!!!

9 - Apesar de estar bem abandonado o blog da Leninha, eu amo as fotos que ela faz. Vou cobrar dela umas atualizaçoes. 

10 - E o ultimo - porem nao menos importante - vai para a Dani com todas as dicas para se viver melhor no pais que eu escolhi. 

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